O Libertino
Bom como estou sem inspiração nenhuma para escrever algo estarei postando um texto do inicio e do final do filme "O Libertino" com o ator Johnny Depp que conta A história de John Wilmot, conhecido como Conde de Rochester, poeta boêmio do século XVII que ficou famoso por suas obras satíricas. O filme centra-se no período em que o poeta se apaixona por Elizabeth Barry, caso amoroso que o leva à derrocada.
Este texto é fantástico e tem até um pouco a ver comigo.
Ele inicia o filme dizendo:
"Permita-me ser franco neste começo:
Vocês não vão gostar de mim.
Os cavalheiros terão inveja;
As senhoras, nojo.
Vocês não vão gostar de mim agora...E passarão a gostar menos com o tempo.
Senhhoras, um aviso: quero transar.
O tempo todo.
Não estou me gabando nem opinando, é apenas uma constatação médica: eu sou promiscuo.
E vocês me verão sendo promiscuo, e irão suspirar.
Não façam isso.
É melhor, para vocês, ver e tirar suas conclusões de longe... do que eu enfiar meu penis dentro de sua saia.
Cavalheiros, não se desesperem.
Tambem sou promiscuo com vocês, e vale a mesma advertencia.
Controlem suas ereções até eu acabar de falar.
Mas, mais tarde quando transarem, e mais tarde vocês vão transar...esperarei isso de vocês e saberei, se me decepcionarem...eu quero que transem...com minha imagem em miniatura rastejando em suas gônodas.
Sintam como era para mim, como é para mim...e pensem:
"Este tremor foi o mesmo tremor que ele sentiu?
Ele conheceu algo mais profundo? Ou existe alguma parede de miséria na qual todos batemos a cabeça... Naquele momento luminoso e eterno?"
É isso. Esse foi meu prólogo.
Nada rimado...nada de falsa modestia.
Espero que não queiram isso.
Sou John Wilmot, o segundo lorde de Rochester... e Não quero que vocês gostem de mim."
Depois do filme ele diz:
"E, finalmente, ali jaz.
O convertido no leito de morte.
O devasso crente.
Eu não sabia me conter, não é?
Dê-me vinho, eu bebo tudo e jogo a garrafa vazia no mundo.
Mostre-me Nosso Senhor Jesus em agonia... e subo na cruz, tiro seus pregos e os coloco em minhas mãos.
Aqui vou eu, arrastando-me do mundo... com minha saliva fresca sobre a Biblia.
Olho a cabeça de um alfinete... e vejo anjos dançando.
E então... gostam de mim agora?"

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